15 de mai. de 2013

Missa Ascensão do Senhor - Dia das Mães

MÃES EM PARÓQUIA SÃO MIGUEL
MISSA
CORPO DE CRISTO
SANGUE DE CRISTO
 
HOMENAGENS PELA CATEQUESE
PARABÉNS A TODAS AS MAMÃES
   

13 de mai. de 2013

Encontro do dia mundial de comunicação - 2013

A PASCOM (pastoral da comunicação) de nossa paróquia, esteve presente em mais um evento de nossa Arquediocese: "LANCEMOS AS REDES". O evento promoveu encontros entre Pastorais de comunicação, blogueiros, voluntários de comunicação da JMJ 2013 e o sistema Redentor.
Neste dia, 11 de maio de 2013, reforçamos através de ações comunicativas, o compromisso da Igreja com o anúncio do Evangelho de Jesus Cristo.

TESTEMUNHO de vida e Fé, foi a frase mais dita, diante de tantas realidades de comunicação, e principalmente no que diz respeito a mídias sociais na Internet. Fomos advertidos a sermos verdadeiros católicos apostólicos romanos na rede, evitando agressões, defendendo a Igreja com nosso compromisso de vida e fidelidade a Deus.

Aprendemos também que é fundamental ter sensibilidade para dialogar com a diversidade do mundo, sem deturpar os dogmas e princípios da Igreja.


" Temos que deixar de ser pescadores em aquários"
Pe.William Bernardo

Conhecemos também os estúdios da Radio Catedral.

 

12 de mai. de 2013


2ª Parte

O Espírito do Senhor Jesus e nossa missão (C)
A 1° leitura e o Evangelho nos contam como os apóstolos viveram as últimas aparições de Jesus ressuscitado:


como despedida provisória e promessa.

Jesus não voltaria até a consumação do mundo, mas deixou nas mãos deles a missão de levar a salvação e o perdão dos pecados a todos que quisessem converterem se no mundo inteiro. E prometeu-lhes o Espírito Santo, a força de Deus, que os ajudaria a cumprir sua missão. A vitalidade e juventude da Igreja, tem até hoje, raiz nesta herança que Deus lhe deixou:

“E bom para vocês que eu vá – diz Jesus no Evangelho de João - porque senão, não recebereis o Paráclito, o Espírito da Verdade” (João 16,7).

Jesus salvou o mundo movido pelo Espírito, e dando a sua vida pelos homens. Agora, nós devemos dar continuidade a esta obra, geração após geração. O Espírito de Jesus e do Pai deve animar em nós, e através de nós, um testemunho igual ao de Jesus:

deve fazer reviver Jesus em nós.

O que salva o mundo não é a presença física de Jesus para todas as gerações, mas sim o Espírito que Ele gerou em nós pela morte por amor – o Espírito do Pai e Dele mesmo.
A Igreja não caiu no vazio depois da Ascensão de Jesus. Entrou com Ele na plenitude do tempo da salvação e da reconciliação por completo. Temos que lutar para realizar o que Jesus já vive em plenitude. Ainda não estamos na mesma glória, na mesma união definitiva com Deus em que está seu fundador, mas vive movida pelo mesmo Espírito, e este nunca lhe faltará até a hora do encontro completo. A Igreja tem que expor às claras as contradições, as angústias, as opressões que impedem a reconciliação e o perdão. Terá que urgir opção e posicionamento, e também transformação dos corações  e das estruturas do mundo, para que um dia o Cristo Glorioso seja a realidade de todos nós. 


Pe.João Azeredo

1ª Parte

Missão dos Apóstolos pelo Senhor ressuscitado (C)
Lucas 24,46-53

Em todos os evangelhos a Ascensão de Jesus aparece como início da missão da Igreja (cf. anos A e B). Isso fica especialmente claro no relato do arrebatamento Dele no fim do evangelho de Lucas, antecipando a Ascensão narrada no início dos Atos dos Apóstolos. 
Jesus explica aos onze a reta compreensão das Escrituras, e o verdadeiro sentido de Seu messianismo (messias padecente, mas exaltado por Deus). Explica lhes também que agora está na hora de cumprirem-se as profecias de Isaías a respeito da missão universal do povo do Senhor:
Ser luz das nações, propagar a salvação até os confins da Terra (Is 2,3; 49,6; 42,6; cf. Atos 1,8).
Assim como Jesus foi “luz das nações” desde sua primeira apresentação em Jerusalém (Lc 2,32). A Igreja, a partir de Jerusalém, cumprirá a missão Daquele que agora é o seu Senhor (24,47). Deus visitou seu povo e seu templo (Malaquias 3). Agora, Jerusalém torna-se, apesar da incredulidade de seus chefes, o centro de onde sai a salvação para o mundo inteiro (cf. Is 49,21-22;55,4-5; 56,7; 60,1ss etc.). Porém, é preciso que os Apóstolos recebam a força do Altíssimo:


O Espírito Santo (cf. Atos 2).
Depois da ascensão de Jesus, os Apóstolos voltam a Jerusalém, e passam um tempo em oração, preparando-se para receber “a força do alto”, pelo Espírito que impelirá Jesus em sua missão. Como Ele sempre orava, assim rezam eles agora.
A missão de Jesus tornou-se a de sua Igreja. Depois Dele, a Igreja deve ser a luz para as nações “saindo de Jerusalém”. Hoje, Jerusalém fica longe, e a Roma dos imperadores também. A Igreja do glorioso chegou à periferia do mundo, aos “confins da Terra” (Atos 1,8; 1° leitura). Na “periferia do mundo” brilha a luz das comunidades – testemunhas, que por sua fraternidade, solidariedade, justiça e amor atestam que Jesus é verdadeiramente o Senhor da Glória.

Pe.João Azeredo

MÃE, BENDITA ÉS TU ENTRE AS MULHERES !







"Se alguém ama a justiça, as virtudes são seus frutos, pois é ela quem ensina a temperança e a prudência, a justiça e a fortaleza, que são na vida os bens mais úteis aos homens." Sabedoria 8

"Ao voltar para casa, repousarei ao lado dela, porque a sua compainha não provoca amargura, e a convivência com ela não traz nenhuma dor, mas contentamento e alegria." Sabedoria 8


Mãe,
Mulher,
coração da família de Nazaré !

10 de mai. de 2013

Os Cenários da Nova Evangelização - 3ª parte


Quais das situações apresentadas estão presentes em nossa região e realidade apostólica?

Todos as seis realidades apresentadas no texto refletido em Seminário Litúrgico, estão fortemente presentes em nossa vida Pastoral e Missionária. Vivemos em uma região marcada pela secularização, pela migração, pela forte influência dos meios de comunicação, desigualdade social, pelo culto quase dogmatizador da ciência, e por questões políticas que interferem diretamente no cotidiano.

Como se expressam?

Essas realidades se expressam e podem ser observadas de diversos modos: pelo afastamento cada vez maior da vida na Igreja, na busca pelos sacramentos. Sobretudo na iniciação cristã, temos o desafio de promover a permanência e a perseverança na caminhada eclesial. Vivemos em uma sociedade fortemente marcada pela desigualdade social, podendo ser visto de forma clara na América Latina, assolada pela dicotomia entre os que possuem muito e os que não possuem o que comer. Nos meios de comunicação, de modo particular a TV, são incutidos valores e opiniões que muitas vezes são contrários aos valores do Evangelho.

Essas realidades se expressam ainda no forte culto à ciência que nos leva a dogmatizar quase tudo que nos é apresentado como “teoria” ou “descoberta” científica, enquanto questionamos grande parte dos valores ligados a Doutrina da Igreja. Como bem recordou o Papa João Paulo II na encíclica Fides et Ratio, Fé e razão não devem ser inimigas, mas devem andar juntas, lado a lado.

Por fim, essas realidades se expressam no forte relativismo presente em nosso meio, onde cada indivíduo parece querer acreditar em sua verdade individual, esquecendo-se de Verdade única e absoluta que existe:
Jesus Cristo e sua Sagrada Palavra.

Em que interpelam a nossa Pastoral?

Tais realidades exigem uma resposta de nossa Pastoral na medida em que nos levam a questionar como anda o nosso trabalho missionário. Observando e sentindo essas realidades, somos levados a refletir sobre o que fazemos para transformar o mundo a nossa volta. Não podemos nos acomodar, ao contrário, muito precisa ser feito e muito precisa ser transformado.

Em que nos impulsionam?

Nos impulsionam a buscar uma constante renovação do nosso trabalho missionário, como nos pede o Documento de Aparecida. Grandes são os desafios do mundo atual, infinitamente maior é a graça de Deus que nos leva ao trabalho da Evangelização, fazendo com que apesar das dificuldades, anunciemos a cada homem e mulher, a bondade e o amor de Deus.

“ Deus está a fazer novas todas as coisas,
o Espírito Santo transforma-nos verdadeiramente e,
através de nós, quer transformar também
o mundo onde vivemos ”.  Papa Francisco

8 de mai. de 2013

Os Cenários da Nova Evangelização - 2ª parte


Cada vez mais os indivíduos afastam-se da Igreja, e ano após ano, a Sociedade como um todo, afasta-se de valores que no passado eram considerados fundamentais. Essa realidade pode ser refletida de várias formas: seja pelas lutas nos mais variados países pela descriminalização do aborto, pela reivindicação da legalização da união civil de casais homossexuais, pela luta em favor das pesquisas com células tronco, etc.

Diante de tudo isso, nos vem à mente a resposta para o questionamento acima. Estamos inseridos em uma sociedade afastada do Evangelho, trata-se de uma sociedade que parece combater o cristianismo, pregando uma nova forma de vida, onde Deus e a Igreja parecem não ter lugar. Diante de tudo isso, cabe a todos nós cristãos, a árdua e santificante tarefa de repensar a nossa missão e o anúncio que devemos fazer de Jesus Cristo, devemos nos deixar interpelar pelo atual momento histórico, caso contrário, qualquer tentativa de evangelização se tornará estéril.

Peçamos a Deus a graça de abrir nossos corações e renovar nossos métodos de evangelização, para que sejam capazes de responder de forma direta aos desafios que o mundo de hoje nos apresenta, como pede o Documento de Aparecida:

Igreja é chamada a repensar profundamente e a relançar com fidelidade e audácia sua missão nas  novas circunstâncias latino americanas e mundiais. Ela não pode fechar-se àqueles que trazem confusão, perigos e ameaças ou àqueles que pretendem cobrir a variedade e complexidade das situações com uma capa de ideologias gastas ou de agressões irresponsáveis. Trata-se de confirmar, renovar e revitalizar a novidade do Evangelho arraigada em nossa história, a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que desperte discípulos e missionários. Isso não depende de grandes programas e estruturas, mas de homens e mulheres novos que encarnem essa tradição e novidade, como discípulos de Jesus Cristo e missionários de seu reino, protagonistas de uma vida nova para uma América Latina que deseja se reconhecer com a luz e a força do Espírito”.

6 de mai. de 2013

Os Cenários da Nova Evangelização - 1ª Parte

Vivemos em um mundo marcado por constantes transformações. A realidade está se transformando a cada dia, e a Igreja não pode ficar alheia a esse processo. É necessária uma leitura da realidade em que estamos inseridos, para buscarmos novas formas de evangelização.

O projeto da nova evangelização nada mais é do que buscar novos métodos de evangelização que correspondam ao momento atual, é inserir a Igreja no tempo, anunciando de forma nova a Verdade do Evangelho que sempre foi anunciada. Acima de tudo, a nova evangelização é colocar em prática o pedido de Jesus aos discípulos:

“vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, Filho e Espírito Santo”.                                   Mateus 28

Não se trata de uma tentativa de mudar a Doutrina da Igreja ou os valores essenciais da Fé Católica, ao contrário, trata-se de continuar transmitindo o que sempre foi transmitido, com uma linguagem nova, que corresponda aos anseios de um povo marcado por constantes transformações, seja no âmbito social, político, religioso ou tantos outros.

O Papa João XXIII nos recordou na encíclica Mater et Magistra, a missão essencial da Igreja:

“Mãe e mestra de todos os povos, a Igreja Universal foi fundada por Jesus Cristo, a fim de que todos, vindo no seu seio e no seu amor, através dos séculos, encontrem plenitude de vida mais elevada e penhor seguro de salvação”.

Com essas palavras, o Santo Padre nos ensina que a missão da Igreja não está restrita a um povo ou a um tempo específico, mas é dirigida a todos os povos em todos os séculos da história, até a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não podemos negar que a realidade de hoje não é a mesma do passado, diante disso é primordial que nos questionemos:

Que sociedade é essa em que estamos inseridos?

É inegável que vivamos em um mundo secularizado, como bem nos lembrou o Papa Emérito Bento XVI em discurso proferido aos participantes da Assembléia Plenária do Pontifício Conselho da Cultura no Vaticano em 2010:

“A «morte de Deus», anunciada nas décadas passadas por tantos intelectuais, cede o lugar a um culto estéril do indivíduo. Neste contexto cultural, existe o risco de cair em uma atrofia espiritual e em um vazio do coração, caracterizados às vezes por formas parecidas de pertença religiosa e de vago espiritualismo”.

4 de mai. de 2013

Posse de Ministra da Sagrada Eucaristia



Na missa de domingo, 28 de abril de 2013, recebemos com satisfação a Sra. Gercina Freire, confirmando-a como Ministra de Eucaristia em nossa paróquia. Gercina veio transferida da Diocese de Nova Iguaçu.
COMEMORAMOS COM OS ANIVERSARIANTES "O SIM A DEUS"

1 de mai. de 2013

Confraternização - Pastoral das Famílias

PASTORAL DAS FAMÍLIAS
Na terça-feira, 23 de abril de 2013, a pastoral das família promoveu um encontro entre seus membros, em ação de graças pelos aniversariantes dos meses março e abril.










Partilhamos nossas vidas e nossos alimentos, ouvimos louvores, e vivenciamos um momento oracional.
ANIVERSARIANTES